quarta-feira, 16 de julho de 2014
INFORMATIVO GERAL: PRÉDIO DA AMBEV EM MONTENEGRO - Centro de Apoio ao...
sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pré-candidato
"Paraguaio" agora já se coloca à disposição do partido e da comunidade montenegrina como pré-candidato à Prefeitura nas eleições municipais do próximo ano. "Teremos candidatos a prefeito e vice, e para a Câmara de Vereadores", garante Luiz Américo, sobre os rumos do PSOL. "Estamos desenvolvendo um projeto a longo prazo. Queremos construir em Montenegro a social democracia brasileira", completa.
Para Aldana, Montenegro é um município pujante em razão do trabalho dos operários e da iniciativa privada. Entretanto, considera que o poder público não responde por suas responsabilidades. "Para garantir atendimento médico e remédios tem que se apelar para a Justiça", cita como exemplo. "A mesma judicialização ocorre para conseguir vaga nas escolas", afirma. Ele considera que a Administração Municipal também é ineficiente para a execução de obras, citando os exemplos da praça Rui Barbosa, escola Esperança e macrodrenagem do arroio Montenegro. Cita ainda os recursos que foram devolvidos por falta de documentação nos projetos e o reajuste dos servidores que acabou sendo suspenso. "Nunca se viu um projeto revogar uma lei", estranha, com sua experiência jurídica. "Não existe planejamento. A cidade é tratada como se fosse um prédio velho e decadente. Sem estratégia, fazem gambiarra que não se sustenta", avalia. "As promessas de campanha não foram compridas", critica.
"Falta transparência. A comunidade não sabe como fazem o orçamento e se ele de fato é executado", conclui.
Segundo "Paraguaio", o PSOL quer propor uma ampla discussão sobre os diversos temas relevantes da comunidade. "O PSOL é o único partido de oposição", considera, lembrando denúncias como das obras da Escola Esperança, que colocavam em risco os alunos e o prédio acabou sendo interditado pelo Ministério Público.
Sobre uma projeção para as eleições de 2012, além de ampliar a votação para a Prefeitura, Luiz Américo acredita que o PSOL poderá eleger pelo menos um vereador. E isso sem aumentar o número de cadeiras na Câmara. "O partido é aberto", finaliza, com relação a possibilidade de alianças com outras siglas. "Desde que tenha um programa de consenso", esclarece.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Manifesto

O PSoL Montenegro em reunião extraordinária da executiva municipal, diante do noticiário divulgado nos últimos dias dando conta do apoio da nossa agremiação à candidatura de Paulo Paim ao Senado Federal da República, DECIDE:
1. Oficiar o Diretório Estadual de nossa agremiação de que não comungamos com a decisão de apoiar a candidatura de Paulo Paim – PT; porquanto enquanto senador da República, referido candidato tem sido o principal apresentador de projetos de lei em defesa dos trabalhadores, quais jamais se tornam leis, mesmo ele pertencendo historicamente aos quadros do Partido dos Trabalhadores. Da mesma forma, assim como seu correligionário Pepe Vargas – deputado federal do Partido dos Trabalhadores -, têm tido conduta demagógica em relação à eliminação do fator previdenciário. Este, o fator previdenciário, a causa de valores pagos a menor aos trabalhadores brasileiros aposentados e pensionistas, consistindo numa injustiça e o descumprimento do fundamento constitucional do Valor Social do Trabalho. Assim como, sua ação política – como de todo o Partido dos Trabalhadores no poder - tem tido o efeito de manter a escravocracia social e a ordem capitalista internacional soberana sobre as necessidades do Povo brasileiro.
2. oficiar os meios de comunicação da nossa região, imediatamente, sobre nossa inconformidade com a decisão, DECLARANDO que não apoiamos Paulo Paim.
Juan Rocha Machado
Presidente PSoL Montenegro
sábado, 11 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Nota de esclarecimento

Caros colegas:
Estamos tomados de surpresa com a decisão judicial pelo indeferimento do registro da candidatura. Sabemos que há muitos motivos - e eles são razoáveis para os políticos tradicionais desta região - para que a candidatura não logre êxito, porquanto o destino da política partidária na região poderá tomar contornos imprevisíveis e que, certamente, demonstrará alguns fatos desconhecidos da população.
Necessária a desencompatibilização da atividade de registrador, está teria sido observada. Não o foi, porque assim diz a sistemática jurídica deste Estado Democrático de Direito; tanto que o candidato concorreu no último pleito a prefeito municipal. O candidato não é afeito ao descumprimento das leis.
De fato, pela manhã tive acesso ao site do Tribunal Regional Eleitoral, onde se lê o indeferimento da minha candidatura a deputado federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), pela ausência de desencompatibilização com o exercício profissional de oficial do Registro de Imóveis da circunscrição de Montenegro.
A atividade profissional se vincula e se subordina unicamente à legislação inerente aos Registros Públicos no Brasil, a partir dos ditames da Constituição Federal do Brasil de 1998, Art. 236, onde se lê:
Art. 236. Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, por delegação do Poder Público:
§ 1º. Lei regulará as atividades, disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários, dos oficiais de registro e seus prepostos, e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário. (...)..
A lei federal que regula as atividades e define a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário tomou o número 8.935, de 18 de novembro de 1994, conhecido como o Estatuto dos Notários e Registradores do Brasil.
O Art. 25 do referido diploma legal - normal geral, abstrata, cogente e pública -, de cumprimento obrigatório, sob as penas da lei, no âmbito penal, civil, administrativo e tributário, apresenta a seguinte redação:
Art. 25. O exercício da atividade notarial e de registro é incompatível com o da advocacia, o da intermediação de seus serviços ou o de qualquer cargo, emprego ou função públicos, ainda que em comissão.
§ 2º. A diplomação, na hipótese de mandado eletivo, e a posse, nos demais casos, implicará no afastamento da atividade.
Visto, aos ditames legislativos apontados, que, somente a diplomação implica no afastamento da atividade. O pleito do candidato é somente o registro da candidatura.
Sob o princípio da legalidade há de se saber onde está a irregularidade. Este princípio informa que as leis devem ser cumpridas e que ninguém pode alegar desconhecimento da lei diante da prática de algum ato ilícito.
O candidato cumpre a Constituição da República Federativa do Brasil, uma lei federal e a posição da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul em caso análogo cujo Expediente no Tribunal de Justiça tomou o número 52630300/91-0, parecer da Coordenação de Correição, aprovação do Juiz-Corregedor e do Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (órgão fiscalizador dos atos e das atividades dos registradores e notário do Rio Grande do Sul).
Ademais, o candidato a deputado federal - Luiz Américo Aldana -, na sua atividade profissional, possui caráter precário e interino em razão de designação, conforme decisão do Conselho Nacional de Justiça, por sua Corregedoria-Geral, em relação à Resolução 80 - CNJ, que exclui a serventia daquelas relacionadas como vacantes.
Na verdade, e aí estão os fatos, o indeferimento do registro da candidatura fere o princípio da legalidade e cassa os direitos políticos de quem cumpre a lei que deve cumprir.
Junto ao partido se passa a tomar as providências cabíveis para reverter a situação, de forma tenaz e até as últimas instâncias do judiciário brasileiro para garantir o registro da candidatura.
Atenciosamente,
Luiz Américo Aldana - Paraguaio
Candidato Deputado Federal PSOL - Partido Socialismo e Liberdade
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Simone Becker 50055

Simone Andrea Steigleder Becker, licenciada em Pedagogia – Supervisão Escolar, funcionária pública da cidade de Montenegro há 26 anos. Foi diretora de escola municipal durante 17 anos. Simone sempre atuou no campo da educação. Além de sua profissão como educadora, participou de fóruns públicos deliberativos de políticas educacionais como o Conselho Municipal de Educação de Montenegro como Conselheira, Presidente, Assessora Técnica e Coordenadora da Regional da AMVARC no Fórum Estadual de Conselhos Municipais de Educação do RS. Como vemos, Simone sabe que tipo de políticas públicas precisam ser implementadas para garantir a qualidade da educação. Neste sentido vem sua candidatura, de apresentar uma alternativa competente para construirmos novos rumos na educação e em outras frentes.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Agosto 2, 2010
Vale do Caí
Estive em Montenegro no último sábado e me surpreendi com a situação do Vale do Caí. A região é uma das principais exportadoras do Rio Grande do Sul, mas sua condição econômica não é revertida para a população. A situação da saúde é precária, as quatro estradas que ligam a região estão em péssimo estado e mal sinalizadas, a geração de emprego é pequena e a educação é desvalorizada. O hospital regional, Hospital Montenegro, é outro exemplo de descaso do Ministério da Saúde e Governo do Estado com os investimentos na saúde da população. Enquanto isso o governo segue pagando os juros da dívida estadual que ninguem sabe exatamente do que é formada. Com o valor gasto com esses juros poderíamos salvar o hospital de Montenegro e construir mais 42 hospitais públicos, por ano, no Estado.
Também aproveitei a viagem para, junto com o candidato a deputado federal Paraguaio e com a candidata a deputada estadual Simone Becker, conversar com comerciantes e moradores locais e ressaltar a importância do nosso partido em Montenegro. Mesmo sem representação na Câmara de Vereadores, os companheiros do PSOL fiscalizam a educação e as obras da região. Nossos companheiros encabeçaram uma mobilização junto à comunidade local pela fiscalização das obras da Escola Municipal de Ensino Fundamental Esperança, que acabou sendo interdita por conta da nossa intervenção. Era uma obra de 700 mil reais que foi entregue inacabada, colocando em risco a vida das crianças e da comunidade escolar.
Forte abraço!
Pedro Ruas
sexta-feira, 23 de julho de 2010

Participe da caminhada com nosso candidato a Governador Pedro Ruas e nossa Deputada Federal Luciana Genro, em Montenegro dia 31/07/2010
As 20:00 hrs Jantar de lançamento dos candidatos do PSOL montenegro, no restaurante Alternativa rua João Pessoa nº 1242 centro.
Informações pelo fone 3632 1800 ou cel: 8162 5811 com Juan Machado.
sábado, 17 de julho de 2010
PSOL acusa: “Secretário de Educação é omisso”
Em resposta à reportagem da edição anterior de O Progresso,
sobre a interdição das novas instalações da Escola Esperança,
o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), autor do pedido ao Ministério Publico,
contesta as afirmações do Secretário de Educação e Cultura, Renato Kranz.
Através de seu vice-presidente, Valter Robalo, o partido rebate a afirmação de Kranz,de que o pedido de interdição seria ‘jogo político’. “Então ele também afirma que a juíza que deferiu a liminar de interdição total da Escola Esperança,
faz jogo político?”. Segundo Robalo “O Secretário não foi nenhuma vez na escola depois que as vigas e colunas racharam..a isto se chama omissão”. O dirigente diz ainda que “o secretário mentiu ao MP quando afirmou que tinha
interditado a escola, tanto que foi rebatido pelo promotor em entrevista à Radio América na terça feira”.
Robalo ainda questiona a divulgação do laudo sobre o material usado na obra. “Cadê o laudo do CIENTEC? Cadê a licitação para a contratação desse laudo?”.
Valter finaliza convidando Renato Kranz para “um debate com a comunidade,franco e aberto, transparente – o que não é feitio dele”
Fonte: Jornal O Progresso. http://www.oprogressoonline.com.br/ED2698site.pdf
Do site do Jornal Ibiá do dia 17/07/2010 - coluna politica -
http://www.jornalibia.com.br/index.php
"Herdeiros do PT - "O PSOL é o PT de 30 anos atrás: é contra tudo e só quer ver o circo pegar fogo." A definição é do secretário de Educação, Renato Kranz, que ficou indignado com a presença dos militantes numa reunião com os pais de alunos da Escola Esperança esta semana."
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Ora, porquê será que o secretário, ditador e maquiavélico, renato kranz (assim minusculo mesmo) ficou indignado com a presença dos dirigentes do PSOL na referida reunião?!
Não somos subalternos dele, nem de seus lacaios, no caso da Escola Esperança agimos com a rapidez que a situação exigia, tanto que a Promotoria de Justiça Especializada de Montenegro acolheu nosso pedido, e após vistoriar a escola decidiu interdita-la, preservando dessa forma a vida de alunos, professores e funcionários.
O partido fez o que deveria fazer a omissa câmara de vereadores de Montenegro,pois é sua atribuição, não o fez, e sabiam da gravidade dos fatos, pois um dos edis esteve junto com a reportagem do Jornal Ibiá na escola verificando as denuncias, que já alardeavam preocupações da comunidade local.
Esperamos que o Ministério Público de Montenegro,através de seus representantes investiguem a fundo esta administração desastrosa.
Juan Rocha Machado
Presidente PSOL Montenegro
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Uma Esperança para a Escola

Escola Esperança
A questão da Escola Esperança tem estarrecido grande parte dos cidadãos de Montenegro, porém, a Prefeitura não tem dado respostas à altura dos problemas que enfrenta. O prefeito, quando não age frente às evidências claras de incompetência, carrega para si toda a responsabilidade do que está acontecendo com o educandário. Isso porque os responsáveis pelo desastre que tem sido a obra do prédio novo da Escola Esperança não têm, e já provaram isso, condições técnicas e administrativas para solucionar problemas. Mantê-los é insistir no erro, e insistir no erro é uma decisão do prefeito.
É curioso que a Prefeitura tenha afastado, no início do ano, a diretora da Escola Walter Belian por “falhas administrativas”, que, por sinal, toda a comunidade daquela escola ainda não sabe quais são; mas quando uma escola nova tem que ser interditada pela Justiça porque está caindo, a Prefeitura só consegue responsabilizar os outros. A forma de agir do prefeito tem sido, portanto, totalmente desproporcional aos problemas que enfrenta: afasta a diretora democraticamente eleita pela comunidade escolar, por motivos fúteis e quiçá politiqueiros, e nada faz quando seus secretários agem irresponsavelmente contra a vida humana.
O PSOL espera que o secretário de Obras seja afastado imediatamente, pois não tem competência para dar solução aos problemas que ele próprio permitiu que ocorressem. Ao mesmo tempo, o secretário de Educação, que insiste que o prédio novo da Escola Esperança não deva ser interditado, se enreda nas tramas obscuras das alianças partidárias, defendendo que a Escola ainda possa funcionar naquele local. Nossas crianças estão à mercê de interesses de um jogo interno na Prefeitura (PMDB X PP) que não leva em conta o que realmente é importante: a educação e a segurança de nossos alunos.
O que a comunidade da Escola Esperança está passando não tem precedentes. Insistimos que o melhor a ser feito é apostar na posição independente do Ministério Público e nas demandas e urgências da comunidade da Esperança, assim como não aceitamos as omissões e irresponsabilidades do atual secretário de Educação, tendo em vista que a ordem de interdição do prédio deveria ter partido dele, até porque não é inteligente exigir que as pessoas esperem, dentro de um prédio todo rachado e escorado, um laudo da perícia para saber se o prédio vai cair ou não. Sendo assim, acreditamos que só a Promotoria Pública e a comunidade organizada possam agir com a independência e o rigor com que a prefeitura não tem agido. Basta!
PSOL Montenegro.
do secretário omisso da educação renato kranz:
- Ele afirma que o PSOL (eu em particular) estamos fazendo jogo político
com a escola esperança, pois retribuo a pergunta ao secretário, então ele também
afirma que a juiza que deferiu a liminar de intererdição total da escola
esperança , que custou mais de 700 mil é jogo político? Quem faz jogo político
aqui é essa administração que ele faz parte.
- Secretário não foi nem uma vez na escola depois que as vigas e colunas
racharam..a isto se chama omissão.
- Secratário mentiu ao MP quando afirmou que tinha interditado a escola,
MENTIRA e das grandes, tanto que foi rebatido pelo promotor em entrevista a
Radio América na terça feira.
- Ele afirmou que o promotor tinha bola de cristal ...bueno aí já foge na
nossa alçada, isso é o promotor que tem que responder.
- Cadê o laudo do CIENTEC? cadê a licitação para a contratação desse
laudo?
- Quando o secretario vai ir na escola esperança, mas para um debate com a
comunidade, franco e aberto, transparente o que não é feitio dele.
Atenciosamente.
Valter Robalo
Dirigente PSoL Montenegro
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Carta Aberta.

Caro Paulinho,
lamento muito não ter podido te acompanhar nas visitas programadas para a população mais pobres dos Bairros.
Sinto muito mesmo e só queria ir conversar e falar sobre os Direitos Civis, tão vilipendiados em nossa amada Montenegro. Quadro popular e real agravado pelo frio, falta de remédios. O povo está doente, muito doente.
Ocorreu-me, ao fim da manhã, um ligeiro desconforto no peito, tórax, acelerando as batidas cardíacas, acompanhado de suor frio.
Aguardei um momento no trabalho e a Simone obrigou-me a ir a um médico.
Hesitei, mas fui.
O médico, imediatamente, recomendou-me repouso, prescrevendo uma série de exames na área cardio-vascular. Nem sei se era para tanto e tenho que trabalhar dez horas por dia, mais três na campanha a deputado federal, à noite; e, ainda, mais três, nas minhas teses doutorais. O que se repete aos sabados e domingos. Uma rotina normal para mim, há anos.
Maior surpresa foi que, ao sair do consultório, encontrei um velho camarada, pastor evangélico luterano aposentado a quem admiro e escuto muito.
Surpreendente: ele me disse que eu me encontrava profundamente triste.
Ao ouvi-lo, escorreu-me uma lágrima às faces do meu já sulcado rosto.
Ao perceber, o pastor garantiu-me não haver mais grave moléstia que a dor na alma. E que por isto Cristo suportou tanta dor física, o flagelo, as ofensas, porque Ele, Jesus Cristo, queria que fôssemos livres, perdoar nossos pecados, lavar a nossa alma, varrendo do nosso interior qualquer impureza... Cristo sofreu a maior de todas as tristezas.
O pastor disse: enfrentou... Exatamente, porque não precisaria ter enfrentado tanta dor, mas tinha que enfrentá-la para salvar a humanidade perdida.
Pensei... E disse-lhe: "Não sou e nem pretendo ser Cristo".
Ao que rebateu: "Mas, tu és um ser humano".
À noite, recostei-me e telefonei para o médico que confirmou minha abstenção total da política e do trabalho, imediatamente, até a análise do resultado dos exames, em clínicas de Montenegro e na Santa Casa.
De tudo, entretanto, ocorreu-me aquela sentença afirmando que eu estava profundamente TRISTE.
Paulinho, estou TRISTE, muito TRISTE com o quadro político na nossa Montenegro.
O mais leve é apenas confirmar a incompetência sui generis dessa Administração Pública atual de Montenegro. Exatamente, porque não esperava nada diferente. O problema maior não é este. O problema maior é a fome, a doença, o abandono a que os pobres estão submetidos. Nunca presenciei nada parecido. E tu sabes que este ambiente de miséria e pobreza eu vivi por todos os anos da minha infância e parte da adolescência. Não deveria me comover tanto, ao ponto de deixar-me profundamente triste.
Agora, o mais grave, e o que deve fundamentar minha TRISTEZA é o estado das pessoas da periferia.
Paulinho, as pessoas não tem atendimento médico adequado, não se alimentam, não tem remédios, estão profundamente doentes física e moralmente. As pessoas não realizam projetos de Vida ou sequer os têm. Não devem ter projetos de Vida, porque Vida digna não há. Isto ocorrendo, sequer poderão sonhar com uma condição social melhor. Um futuro? Como? Se as crianças olham para os pais desanimados e pensam o quê?
O ápice acontece na Esperança. Mais de cem crianças e outra centena de pais, centenas de moradores, pessoas humildes e crentes. Tiveram um aceno de felicidade com a nova escola, o novo ginásio. Festa!!!! Alegria!!!! Felicidade!!!! "Afinal, fizeram alguma coisa por nós... Lembraram-se de nós..."
Vinte dias depois desmorona a perspectiva e retorna a realidade cruel com a falta de respeito. A Escola interditada pelo Poder Judiciário e um Ginásio que alaga a qualquer chuva...
Vem a revolta, o descrédito com os políticos, a tristeza popular.
Pois, foi esta TRISTEZA DO POVO que assumi quando estive na Esperança sábado. Fiquei arrasado ao saber da realidade... Não pela interdição do prédio da escola ou pelo alagamento que vi no Ginásio - fatos que havíamos previsto e alertados antecipadamente, com relatórios, documentos, etc. -, mas pela tristeza das pessoas, a revolta, a incredibilidade popular com mais um sonho proibido, com mais um expectativa completamente destruída.
Fui às casas, falei com as pessoas, com as crianças: "TIO, PORQUE ACONTECEU ISTO COM A NOSSA ESCOLA?... O QUE ACONTECERÁ, FICAREMOS NA RUA? .... ONDE COMEREMOS TEREMOS AULA? O QUE ACONTECERÁ CONOSCO? ACONTECE ISTO NAS ESCOLAS DA CIDADE?"
No mesmo dia, em miha casa, chega uma mãe a me dizer outras barbaridades apresentadas ao Ministério Público sobre o que acontece em algumas das nossas escolas infantis, com funcionários pedindo licença para tratamento de saúde espiritual pelo terror que vivenciam dentro das escolas.
E eu? Nada posso fazer? Estou impotente, porque o máximo é confortar as pessoas de que um dia tudo será diferente.
De fato, são pesadas pás de maldade jogadas sobre nós. Só poderia advir a TRISTEZA.
Estou MUITO TRISTE amigo.
Porém, engraçado, a revolta também toma conta de mim e, espetacularmente, me dá um ânimo. É contraditório, mas voltarei com muito mais força que antes. Aproveitarei para melhorar minhas propostas condizentes com os Direitos Civis, a promoção da PAZ e da FELICIDADE SOCIAL, através dos meios democráticos.
Assim, retomaremos todas as visitas e caminhadas, mesmo nesta noites frias e esta ausência do SOL da esperança popular.
Peça aos companheiros que reforcem a luta, não esmoreçam na defesa do povo - que é realmente IMORTAL!
Caloroso e respeitoso abraço.
Luiz Américo Aldana - Paraguaio
Candidato Deputado Federal PSOL 5095
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O Deputado que o Rio Grande Precisa

Hermes Benedito Alexius
Filho de pedreiro/servidor público e de dona de casa, é o quinto de quatro irmãos e três irmãs, nasceu em 28 de junho de 1969, na cidade de Canoas (Nova Santa Rita). Em meados de 1975 a família muda-se para a cidade de Montenegro. Estuda nas escolas públicas Adelaide Sá Brito, Delfina Dias Ferraz, A J Renner e São João Batista. Devido a poucas opções no campo da educação, vai buscar complementação em outros municípios da região metropolitana, concluindo curso técnico e superior. A excelente base educacional adquirida nas escolas montenegrinas fez com que a formação em Direito se tornasse exitosa, contribuindo, sobremaneira, nas atividades da vida profissional e social.
De família humilde, adentra na vida do trabalho muito cedo. No final da década de 70, com dez anos de idade, torna-se vendedor de picolé pelas ruas da cidade, trabalha de servente de pedreiro, industriário em fábrica de calçados e na fábrica da Antártica, entre tantos outros, que o fizeram um batalhador da vida, de forma prematura, em meio a tantas dificuldades.
No ano de 1990 inicia atividades nos Correios em São Leopoldo, e posteriormente Porto Alegre, onde permanece até os dias de hoje. Completando duas décadas de serviço público, em uma das empresas públicas de maior credibilidade do País.
Em 2007, defronte as incertezas de governabilidade e injustiças sociais, filia-se ao Partido Socialismo e Liberdade, unindo-se a outros cidadãos e cidadãs, descontentes e inconformados, e que possuem princípios e sonhos em comum em busca de seus objetivos.
Em 2008, após a filiação e organização partidária, participa do primeiro pleito eleitoral como candidato a vereador, na primeira participação do PSOL nas eleições municipais. E com Luiz Américo Alves Aldana e Valter Robalo, na majoritária, junto com os demais candidatos na proporcional, o companheiro Alexius colabora efetivamente para a soma expressiva de votos adquiridos pela legenda, configurando-se em uma das principais lideranças do partido em Montenegro e região.
Algumas propostas:
FIM do FATOR PREVIDENCIÁRIO, considerado, por este candidato, como o maior golpe de cunho totalitário e covarde já protagonizado por um governo. Similar a este, foi o confisco da poupança, imposto pelo governo Collor. O Fator Previdenciário foi criado em 1999. Em síntese, ele é um redutor no cálculo do valor da aposentadoria. Possui o objetivo de forçar o trabalhador a se aposentar mais tarde para não ter redução significativa no valor do benefício. O pretexto é diminuir o déficit da previdência. A verdade é que utilizam o dinheiro da previdência para outros fins, não combatem a roubalheira do Instituto e paga-se auxílios, no mínimo questionáveis. Agrega-se a tudo isso, a incompetência administrativa e a falta de vontade governamental, para verdadeiramente moralizar a Previdência Social no Brasil. Assim, conclamo todos os cidadãos que já estão APOSENTADOS e os que irão, mais cedo ou mais tarde, se APOSENTAR, lutar contra mais este massacre imposto ao trabalhador brasileiro
FIM da PENSÃO VITALÍCA para EX-GOVERANDORES. O cidadão não pode continuar pagando esta despesa. O Governador(a) que ao deixar o cargo receberá pelo resto da vida a referida pensão. Como candidato proponho a extinção deste benefício. Atualmente os ex-agentes públicos que teriam direito, por terem exercido a função de Governador(a) do Estado do Rio Grande do Sul, são: Jair Soares, Pedro Simon, Alceu Collares, Antonio Brito, Olívio Dutra, Germano Rigotto, e possivelmente, Yeda Crussius.
LIMITAÇÃO dos MANDADOS do PODER LEGISLATIVO (senadores, deputados federais, estaduais/distritais e vereadores). Máximo dois mandadatos, A fim de evitar o personalismo político em detrimento ao coletivo, extinguir a figura do “político profissional” (permanecendo décadas no poder), além de promover a renovação da representação política com a oxigenação de idéias.
FIM do AUXÍLIO RECLUSÃO. Benefício pago pelo INSS á família dopreso. Valor atual de R$ 798,30.Pretebdexcluir do INSS de mais esta despesa. É preciso criar mecanismos de subsistência a família do preso e proporcionar ao próprio detento a oportunidade de trabalho remunerado, promovendo alternativas ao recluso/dependentes à oportunidade do auto-sustento e familiar, além de contribuir com sua ressocialização.
SAÚDE PÚBLICA como princípio fundamental da dignidade da vida humana. Postos de saúde efetivamente funcionando (equipamentos/profissionais) dando ênfase na prática da prevenção com a criação das Unidades Móveis de Atendimento à Saúde, para atender os bairros e áreas rurais. Imediata reestruturação do Hospital Montenegro, se constituindo referência regional, para o pronto atendimento de qualidade a toda a população do vale. Atuando diretamente no modelo de gestão, com administradores competentes e comprometidos com a saúde do povo e participação ativa da comunidade
Na AGRICULTURA, projetos para uma política pública eficaz e ativa para o pequeno agricultor familiar, fornecendo condições para o meio rural, através de financiamentos acessíveis e menos burocráticos, de maquinário, apoio técnico e estradas em condições de trafegabilidade.
HUMANIZAR as COMUNIDADES CARENTES através de projetos que englobam planos de saneamento básico e diretor, ocupação do solo urbano planejado (todos tenham acesso à água potável/canalizada, coleta e descarte adequado do lixo, esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, pavimentação de ruas, etc.), retirando as pessoas das ocupações irregulares.
Lia Cancian 50222

Lia Cancian Deputada Estadual
Nós, mulheres, assumimos uma personalidade onipotente. Geralmente, não somos apenas uma identidade e sim várias. Somos mãe, dona-de-casa, esposa, trabalhadora e mais uma série de coisas. Somos a força produtiva mais importante do país, dado que a maioria da população brasileira é formada por mulheres. Mas a realidade é bem diferente.
Nós, mulheres, sofremos a opressão machista desde sempre. Quando jovens, especialmente, somos “obrigadas” a ouvir piadas infames, erotização do corpo e desigualdade em direitos. Quando mãe, temos uma especial atenção de dedicar a nossos filhos uma boa educação, acesso à saúde, felicidade da criança, enfim temos a monstruosa tarefa de fazer crescer bem nossos filhos. Temos jornada dupla de trabalho, pois além de nossa atividade profissional, as mulheres geralmente assumem a tarefa de dona-de-casa que implica em higienizar casas, cozinhar, lavar. Mesmo com toda nossa evidente importância na sociedade, somos discriminadas. É grande o número de mulheres que sofrem algum tipo de mal trato seja de marido, parente ou mesmo algum maníaco que corremos o risco de encontrar. Temos um salário menor que de homens, mesmo que ocupemos a mesma atividade e, para piorar, temos poucas representantes na política. Se formos pensar em mulheres combativas, este número se reduz drasticamente.
Precisamos mostrar nossa força. Não devemos, no entanto, ter uma linha política de responsabilizar os homens por nossa condição. Ao contrário, devemos demonstrá-los nossa situação e pedir a solidariedade de todos para que auxiliem nossa luta. Nós, mulheres, precisamos ser protagonistas de nossa própria história, sendo assim nossa necessária organização.
A candidatura de Lia vem no sentido de apresentar uma alternativa política de esquerda às mulheres. Pensando assim, necessariamente, devemos abordar pontos que beneficiem não só as mulheres, como toda sociedade, pois a melhoria de vida de uma mãe, é a melhoria de vida de um filho e assim por diante. Propomos, de imediato, atuar fortemente em duas frentes que já prevêem atuação também em outras: efetivação e ampliação da lei Maria da Penha, garantindo às mulheres toda assistência necessária e a real efetivação do Estatuto da Criança e do Adolescente, que garante a criança uma série de direitos. Assim, indiretamente, estaremos trabalhando também para a saúde, educação, desenvolvimento entre outros, que estão previsto no ECA e na lei Maria da Penha.
Simone Becker 50055

Simone Andrea Steigleder Becker,
licenciada em Pedagogia – Supervisão Escolar, funcionária pública da cidade de Montenegro há 26 anos. Foi diretora de escola municipal durante 17 anos. Simone sempre atuou no campo da educação. Além de sua profissão como educadora, participou de fóruns públicos deliberativos de políticas educacionais como o Conselho Municipal de Educação de Montenegro como Conselheira, Presidente, Assessora Técnica e Coordenadora da Regional da AMVARC no Fórum Estadual de Conselhos Municipais de Educação do RS. Como vemos, Simone sabe que tipo de políticas públicas precisam ser implementadas para garantir a qualidade da educação. Neste sentido vem sua candidatura, de apresentar uma alternativa competente para construirmos novos rumos na educação e em outras frentes.
Tanto quanto um direito, a educação é definida, em nosso ordenamento jurídico, como dever: direito do cidadão – dever do Estado. Hoje, praticamente, não há país no mundo que não garanta o direito de acesso, permanência e sucesso de seus cidadãos à educação escolar básica. Afinal, a educação escolar é uma dimensão fundante da cidadania e tal princípio é indispensável à participação de todos nos espaços sociais e políticos e para (re) inserção qualificada no mundo profissional do trabalho.
Mas como se trata de um direito reconhecido, é preciso que ele seja garantido e, para isto, a primeira garantia é que ele esteja inscrito no coração de nossas escolas cercado de todas condições necessários para uma qualidade de ensino.
Infelizmente, o governo de Yeda Crusius no RS foi um verdadeiro desastre para educação. Yeda que propagandeia o déficit zero, não explica de que forma agiu para chegar ao tal déficit zero. Fechou escolas, foram mais de 200 escolas fechadas, preconizou um dos processos de maior atraso na educação escolar chamado como enturmação; construiu escolas de lata, fechou escolas populares do MST deixando desabrigadas incontáveis crianças assentadas; lidera um movimento nacional contra o piso nacional dos professores, pretendendo que nossos professores recebam menos por seu trabalho para manter zerado o tal déficit. Mas afinal, qual é a prioridade da governadora no campo educacional? Certamente arrochar os servidores, culpar os aposentados pela dificuldade do sistema previdenciário do RS e continuar pagando a ilegítima divida interna que consome 17% do PIB do RS.
A assembléia legislativa tem sido omissa na questão educacional. Não combateu a enturmação, as escolas de lata, não defende de forma clara o piso nacional dos professores e tampouco teve a capacidade de abrir processo de impecheament contra a governadora no escandaloso caso de corrupção no DETRAN.
É por este quadro que, pela primeira vez, estou me candidatando a Deputada Estadual. Não podemos assistir aos rumos que nossa política está tomando e ficarmos omissos. Necessitamos de deputados que proponham projetos que modifiquem a atual estrutura política e que fiscalizem e cobrem o poder executivo. Precisamos renovar a Assembléia Legislativa, elegendo deputados comprometidos com projetos sociais e integro em seu caráter. É neste sentido que vem minha candidatura, pra defender não somente a educação, mas também tratar de problemas como a pequena propriedade rural, a corrupção, saúde, desenvolvimento da região do Vale do Caí, da questão dos negros, mulheres, dos movimentos pela livre expressão sexual entre outros.
Propostas:
1.Piso Nacional dos professores - terá grande impacto na qualidade da Educação e em termos de prestígio profissional.
2.Escola de turno integral - implantação gradativa - a atividade sócio educativa é um qualificador que designa um campo de múltiplas aprendizagens para além da escolaridade, tendo como finalidades a convivência, a sociabilidade e a participação na vida pública comunitária.
3.Defesa da educação como direito social - não teremos uma educação de qualidade sem uma mudança de pensamento político. Ter a educação como prioridade significa ampliar os investimentos de forma contínua.
4.Ajudar( ver outro termo) os municípios do Estado a melhorar a educação, transferindo recursos para implementação das escolas de educação infantil.
5.Incentivar a criação de um programa de combate ao bullyng nas escolas.
POR UMA MUDANÇA PROFUNDA E RADICAL, É SIMONE DEPUTADA ESTADUAL 50055
quinta-feira, 8 de julho de 2010

O DEPUTADO FEDERAL QUE VOCÊ CONHECE!
Pela primeira vez na história, Montenegro e a região do Vale do Caí tem uma possibilidade real e concreta de eleger seu primeiro Deputado Federal. Infelizmente, nossa cidade nunca elegeu um Deputado Federal do município. A grande maioria de votos tem sido destinada aos candidatos de fora da região e muitos votos brancos e nulos. Isso contribui decisivamente no potencial de desenvolvimento da cidade e também da região. Os parlamentares eleitos à Câmara Federal certamente, mesmo que em ato involuntário, pensam em prioridades da sua região, colocando em segundo plano (ou mesmo em nenhum) as demais regiões. Esta ação implica, por exemplo, na falta de ações políticas pra salvar o Hospital Montenegro, único da cidade que atende mais de 6.000 pessoas gratuitamente a cada mês; implica na falta de ação necessária para que a Câmara possa salvar nossa cidade da situação gravíssima que se encontram nossas ruas, intransitáveis tanto por condutores como também por pedestres, fato esse criado de forma irresponsável pelo Governo Municipal. Além disso, implica diretamente na falta de políticas voltadas para todas as áreas: meio ambiente, saneamento básico, educação, segurança, transporte coletivo, assistência social e tantas outras.
Na última eleição estavam aptos a votar 40.466 montenegrinos. O candidato do PSOL que apresentamos à região é Luiz Américo Aldana, o PARAGUAIO. Pelos cálculos feitos com a provável votação de nossa Deputada Luciana Genro, para Montenegro eleger seu primeiro Deputado Federal e entrar de vez pra história política do país, gira em torno de 25.000 votos. É uma chance única de dar um gigantesco salto qualitativo nas políticas públicas da nossa região. Dito isso, apresentaremos com mais calma nossas propostas para o desenvolvimento da cidade e da região em nossos diversos panfletos, no rádio e na TV; pedimos que nos apresentem suas demandas, necessidades para que possamos incluir em nosso programa de gestão e juntos buscar soluções pra elas e, acima de tudo, convidamos todos a se juntar a nós, pelo DESENVOLVIMENTO do Vale do Rio Caí na campanha de PARAGUAIO.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Hospital Montenegro

PSOL EM DEFESA DO HOSPITAL MONTENEGRO
O Hospital Montenegro vive dias de definições estratégicas. A saúde pública no país vive um caos. Em recente pesquisa realizada pelo IBOPE, a área da saúde é onde os eleitores brasileiros acreditam que deva haver mais atenção e investimento do Poder Público, dado que este serviço se encontra cada vez mais sucateado e sem recursos para sobreviver.
Na cidade de Montenegro a realidade poderia ser diferente. Nosso hospital é um dos únicos público no país que pode oferecer um serviço gratuito e de qualidade. Hoje o HM vive uma situação difícil financeiramente, já que os recursos repassados não condizem com a realidade de demanda que o HM tem que atender. Criou-se uma falsa cultura de que atendimento hospitalar bom é atendimento privado. O HM hoje conta com uma estrutura capaz de satisfazer gratuitamente toda a população da região do Vale do Caí, oferecendo um serviço de qualidade.
Enfrentamos, entretanto, um grande problema: falta de recursos. Infelizmente, não há possibilidade de mantermos esta estrutura, sem apoio real (não de palavras, pois dessas já estamos cheios) financeiro, onde possamos saldar nossas dívidas e continuar prestando esse serviço público fundamental.
No sentido de defender a saúde pública, o Partido Socialismo e Liberdade - PSOL, por meio de Luiz Américo Aldana e a deputada federal Luciana Genro, colocaram na pauta da reunião da bancada gaúcha, que foi realizada na segunda-feira 14/06/2010, a situação do HM. Uma comissão de Deputados Federais e Sociedade Civil será formada para acompanhar a situação do Hospital, buscando soluções com quem realmente tem responsabilidade sobre a questão: O Ministério da Saúde, proposta realizada pela Deputada Federal Luciana Genro.
Os Montenegrinos querem a manutenção do hospital gratuito, e uma resposta do Ministério da Saúde e também apoio para construir melhorias no HM, pois é este quem garante o acesso a saúde pública na região do Vale do Caí para mais de 6.000 pessoas mensalmente.
sábado, 19 de junho de 2010

O PSOL gaúcho realizou, neste sábado 19/06/2010, sua convenção estadual. Na reunião, que contou com a presença de 400 lideranças e filiados, foi oficializada a candidatura de Pedro Ruas ao governo do Estado, e sua vice, a dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RS (Cpers/Sindicato) Marliane Ferreira dos Santos, primeira mulher negra a disputar o Piratini.
Advogado e vereador de Porto Alegre, Ruas é um dos principais oposicionistas do governo de Yeda Crusius (PSDB). No ano passado, ele, juntamente com a deputada federal Luciana Genro - que busca a reeleição -, divulgaram importantes denúncias contra a governadora, que acabaram sendo confirmadas por uma investigação do Ministério Público Federal. Ruas, ao lado da direção do partido, também registrou o primeiro pedido de impeachment de Yeda, em 2008.
O PSOL oficializou ainda dois nomes para os cargos de senadores. Bernadete Menezes, conhecida como "Berna", é coordenadora da Associação dos Servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Assufrgs) e, em 2003, concorreu a vereadora em Porto Alegre pelo PT. Já Luis Carlos Lucas é professor de Ciência Política da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) e foi candidato a prefeito naquela cidade.
Pelo Vale do Caí também foram homologados os candidatos Luiz Américo Alves Aldana o “Paraguaio” e Hermes Alexius à Deputado Federal e Estadual respectivamente, o PSOL Montenegro mostra sua força através de suas lideranças, e entra nesse pleito com entusiasmo e força total.
No encontro deste sábado, o PSOL discutiu ainda o conjunto de diretrizes que formarão o plano de governo. Elas estão divididas em dois eixos: o combate à corrupção, bandeira levantada pelo partido desde sua criação, e a revisão e suspensão do pagamento da dívida do Estado com o governo federal.
O conjunto de propostas será divulgado nesta semana durante encontros com movimentos sociais e entidades de classe.
quarta-feira, 16 de junho de 2010

A POLÍTICA DA BOA VONTADE
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de Montenegro conseguiu um feito na segunda-feira, 14/06/2010, um feito que pareceu genial. Por meio de nossa única Deputada Federal Luciana Genro e de nosso militante e cidadão Luiz Américo Aldana – O Paraguaio, levaram à pauta da reunião da bancada federal gaúcha, a questão do dilema em que vive o Hospital Montenegro (HM) – que corre o risco de fechar as portas e deixar desassistida toda comunidade do Vale do Rio Caí. Encaminhou-se dessa reunião um encontro com representantes Ministério da Saúde, para resolver a questão, já que a responsabilidade maior é do Poder Executivo (Governo Federal).
Os representantes da comunidade de Montenegro que lá estavam agradeceram a iniciativa do PSOL, já que o HM enfrenta esse problema a muitos anos. Na verdade não há mistério na ação executada pelo PSOL. Solicitamos a nossa Deputada Federal que ajudasse sobre a questão e prontamente a reunião foi marcada. Mas se a busca por uma solução tem um simples caminho a ser seguido, porquê demoramos tanto tempo?
A resposta para esta pergunta pode ser complexa. Poderíamos abordar sobre acordos firmados entre empresas privadas e poder público, ou ainda apontar para a crise que passa a saúde pública em todo território nacional, ou mesmo demonstrar as relações complexas da burocracia estatal que atrasam o desenvolvimento.
No entanto, a solução perpassa por dois caminhos simples e objetivo: comprometimento e boa vontade. O PSOL leva estas duas premissas em sua trajetória. Mesmo não tendo Deputado Estadual, sem vereador na cidade de Montenegro conseguimos o que os partidos ricos nunca conseguiram, ou melhor, nunca tentaram. E a única resposta para nosso êxito, é o comprometimento que temos com as causas sociais, com o bem-estar das pessoas e com a igualdade de condições e de vida para todos.
O que é realmente complexo de entender, é a ausência na citada reunião de Deputados que são muito bem votados na região do Vale do Caí. Não citaremos nominalmente as ausências, até porque perderíamos tempo escrevendo, mas é bom a população montenegrina e de toda região fiscalizar o que andam fazendo aqueles em quem confiaram seu voto.
PSOL - PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE
DIRETÓRIO MUNICIPAL DE MONTENEGRO RS
sábado, 5 de junho de 2010

Sexta-feira, 4 de junho de 2010
PSOL confirma pré-candidatura de Paraguay para a Câmara Federal e Hermes Alexius à Estadual
Em seu discurso, Paraguay salientou que “Montenegro tem condições e necessidade de ter um deputado federal, que olhe para as necessidades do povo”, criticando, sem citar nomes, a ação de parlamentares que “só aparecem na cidade em época de eleição”. O pré-candidato ressaltou que seu trabalho no Registro de Imóveis o fez conhecer uma realidade “que muitas vezes fica escondida” pelo Poder Público, cujos representantes em Montenegro chamou de “fracos”.
Luciana Genro afirmou que tem grande expectativa na candidatura montenegrina, “pelo que Paraguay representa para a cidade e região”, e qualificou o pré-candidato de “corajoso”. Pedro Ruas espera que o povo montenegrino perceba “as vantagens de ter um parlamentar de sua cidade em Brasília”.
Pelos cálculos do PSOL, Paraguay pode se eleger com 20 mil votos, já que existe a certeza dentro da sigla que Luciana Genro vá repetir a votação de quase 200 mil votos da eleição passada.
Fonte:
falasefatos.com.br
Uma das principais lideranças do partido Hermes Alexius, foi confirmado pela sigla como pré candidato à Deputado Estadual.
Hermes Alexius acredita ser possível fazer uma votação expressiva em Montenegro, bem como em todo o vale do Caí e Sinos.
sábado, 29 de maio de 2010
Pré candidato a Deputado Federal

Luiz Américo Alves Aldana (Paraguaio), nasceu a 13 de novembro de 1957, em São Gabriel, fronteira oeste do Estado do Rio Grande do Sul, filho primogênito de Narciso Aldana e de Terezinha Alves Aldana. Seu pai, Narciso Aldana, foi jogador de futebol profissional, funcionário e titular de Registros Públicos. A mãe, Terezinha Alves Aldana exerceu o magistério nas primeiras classes e em escola pública estadual e foi costureira. É de seus pais que herda a simplicidade e seu compromisso com as causas sociais, na inconformidade com a falta de realização, efetividade e eficácia dos Direitos Civis, fato que ocasiona as desigualdades imensas entre os nacionais, pessoas diferentes como indivíduos, mas iguais como seres humanos. Vê, como efeito do descumprimento pelo Estado dos Direitos Civis, a principal causa da pobreza e da violência urbana e rural.
Aos oito anos vendia frutas e como cantor, Paraguaio, o Luiz Américo Aldana, não permitiu que as eventuais dificuldades econômicas da infância o excluísse da intensa atividade política, de interesse público, sempre atuando na organização de instituições que promovessem a cidadania para todos, quer na organização de clubes de futebol, carnaval, grêmios literários e estundantis, promovendo o escotismo, valores humanos; que, da mesma forma, com ações decisivas e participativas no Juizado Especial Cível, em Conselhos Municipais (Educação, Habitação, Urbanismo), na Justiça Eleitoral, no corpo do Tribunal do Júri da Comarca de Montenegro, sempre espontânea e gratuitamente, jamais tendo recebido remuneração para essas atividades comunitárias.
Nessas e noutras inúmeras atividades beneméritas, Luiz Américo Aldana, não descuidou da sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Preencheu os requisitos de conduta ilibada—nunca foi processado—e de profissional do Direito—bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Civil, pós-graduado em Direito Registral e Notarial pela PUC Minas Gerais e Universidade de Coimbra de Portugal, doutorando em Direito Civil e doutorando em Ciências Sociais e Jurídicas pela UBA de Buenos Aires—para assumir como titular em substituição do Registro de Imóveis de Montenegro, ser membro do corpo docente da Escola Nacional de Registradores, do Comitê Latinoamericano de Consulta Registral, consultor jurídico do Instituto do Registro Imobiliário do Brasil, do colegiado de especialistas em Direito Imobiliário do Ministério das Relações Exteriores da Espanha em seus programas para a América Latina. Ainda é músico, técnico em química e motorista profissional.
PSOL Montenegro

Juan Machado / PSOL Montenegro
Simone Becker / PSOL Montenegro

Paraguaio / PSOL Montenegro

Plenaria PSOL Montenegro

Valter Robalo / PSOL Montenegro

Hermes Alexius

Hermes Alexius

Hermes Alexius 50001 / PSOL Montenegro

PSOL Montenegro
Hermes Alexius 50001 / PSOL Montenegro

Paraguaio / PSOL Montenegro

Marliane Santos e Juan Machado / PSOL Montenegro
Paraguaio, Pedro Ruas e Simone Becker / PSOL Montenegro
Pedro Ruas e Juan Machado / PSOL Montenegro

Paraguaio PSOL Montenegro

Paraguaio e Hermes Alexius / PSOL Montenegro
Paraguaio

Simone Becker

Lia Cancian
quinta-feira, 13 de maio de 2010
O PSOL de Montenegro, genericamente, atua concreta e intransigentemente na defesa do Estado Democrático de Direito, exigindo moralidade, impessoalidade e eficiência nos serviços públicos prestados pela Administração Pública de Montenegro, promovendo a igualdade entre os cidadãos e o reconhecimento dessa igualdade do Poder Público em relação às pessoas, especialmente ao trabalhador que vive em estado de miséria na periferia da cidade.
Todas as suas ações buscam a realização e promoção da dignidade humana, num Município em que há décadas se privilegia o desenvolvimento econômico, mantendo péssimos índices sociais.
Especificamente,
1. O PSOL, em ação isolada e de forma inédita, conseguiu junto ao Estado do Rio Grande do Sul a regularização fundiária do terreno e do prédio onde funcionava a Escola Estadual de 1º Grau Dr. Jorge Guilherme Moojen, beneficiando 40 (quarenta) pessoas, operários pobres que haviam recorrido ao Poder Público sem sucesso (diziam-lhes que não havia solução), permanecendo por seis (06) meses sem fornecimento de energia elétrica.
A solução do PSOL é definitiva e única no Município, chamando para si a responsabilidade que é da Administração. O resultado é exemplar para as autoridades que deveriam fazer algo para solucionar a falta de serviços públicos àqueles cidadãos, dentre os quais crianças de tenra idade, uma doente de bronquite asmática necessitando de cuidados especiais.
2. Um assunto muito debatido na comunidade é a necessidade de uma Reforma Administrativa na Prefeitura Municipal de Montenegro, com o fito de atender melhor à população. Esta proposta de Reforma Administrativa foi defendida com exclusividade pelo PSOL quando das eleições de 2008. Entretanto, quando da elaboração do projeto de lei, os atuais administradores do Município (PMDB e PP), propuseram a criação de Cargos de Confiança (CCs) - cerca de 19 novos cargos -, sem necessidade alguma, pois a Administração Pública tem em seus quadros pessoal preparado para as novas tarefas (principalmente na Gestão Pública, Planejamento). O PSOL se manifestou com veemência na Audiência Pública promovida pela Câmara de Vereadores de Montenegro em conjunto com alguns presidentes de cinco (05) Associações de Bairros. A posição do PSOL se consubstancia nos erros da Reforma apontados pelo Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Montenegro. Acusamos que a Reforma Administrativa apresentada pelo governo municipal se caracteriza pela expropriação do serviço público e conseqüente patrimonilização.
3. O Bairro Senai, antiga Vila Esperança, ganhou ares de felicidade quando o PSOL resolveu incentivar a prática de futebol feminino, apoiando a equipe denominada "Meninas de Luta", demonstrando como se organizar, de como se preparar não unicamente para a prática do esporte, mas para a próprias vida, de como agir coletivamente, umas ajudando às outras. A atividade tem a colaboração de outras instituições que preferem o anonimato. A iniciativa acabou envolvendo mais de cinqüenta (50) pessoas, incluindo crianças que, desde já, têm lições de coletividade. No mesmo Bairro o PSOL tem incentivado a inclusão social de forma efetiva junto aos pais, alunos, funcionários e professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Esperança
através da música e práticas de atividades artísticas, onde se atende cerca de cem (100) crianças.
4. O PSOL de Montenegro vem denunciando para a população a Secretaria Municipal de Educação e Cultura pela falta de planejamento, incluindo a inexistência de um Plano Municipal de Educação, deixando o Município à margem do Plano Nacional e o Plano de Desenvolvimento da Educação, não cumprindo a legislação federal quanto à matéria Educação, implantando a EJA sem a estrutura necessária, descumprindo uma série de normativas do Conselho Municipal de Educação. Até o momento não se alertou que tem que discutir com os professores o Plano de Carreira, em função do piso, por exemplo.
5. A falta do fornecimento de água potável em Montenegro, por proibição da Prefeitura, alegando invasão de áreas públicas (todas elas, as áreas verdes principalmente, sem a menor atenção e jamais utilizadas para praças e lugares públicos), tem tido no PSOL, e somente no PSOL, uma ação reivindicatória junto à Corsan. A Corsan tem atendido e respeitado, no que pode, a conduta do PSOL, sempre nos recebendo para dialogar. Caso concreto dos moradores da rua n° 01 do Loteamento Vitória, em que a companhia estadual tem tentado de todas as formas resolver o problema de cerca de dez (10) famílias.
6. A população da periferia, operários pobres e desempregados, vêm convidando o PSOL para debater a regularização fundiária em massa. Uma regularização fundiária que atinja a área urbana e rural do nosso Município. O PSOL no que pode encaminha soluções reais e que de fato estão beneficiando esses moradores. Ademais, o PSOL tem os remédios jurídicos para como se executar com precisão uma regularização fundiária em Montenegro.
7. O Ministério Público recebeu o requerimento do PSOL sobre a obra da praça Rui Barbosa, a partir da preocupação dos habitantes em que há/haveria eventuais irregularidades na sua execução e, na verdade, a Administração não tem oferecido transparência ao problema. Estamos preocupados em revelar a verdade para a população inquieta, inclusive sobre a existência ou não de projeto e seu responsável técnico, custos, prazos e organogramas ou fluxo da obra. O PSOL está apurando responsabilidades via MP.
8. O PSOL vem tentando apresentar à população que a recuperação do Hospital Montenegro é necessária e urgente, reunindo-se com os seus dirigentes, debatendo e discutindo soluções, dizendo que a saúde pública é da responsabilidade do Poder Público, embora que o Hospital Montenegro seja privado, em razão da sua história e necessidade para a região do Vale do Rio Caí tem que funcionar a pleno. Para esta recuperação toda a comunidade tem que se envolver, inclusive e principalmente a Administração Pública.
9. Em Montenegro, o partido sai em defesa da remuneração do trabalho e a educação digna no campo. Começando que aos trabalhadores rurais, minifundios em sua maioria, não há assistência e programas efetivos de desenvolvimento da atividade agrícola, normalmente familiar. As estradas estão em péssimas condições, não há rede trifásica para os avicultores (o fator de produção ou produtividade cai 30 ou 40% nos meses de verão, porque não há a rede, quando bastaria se utilizar do recurso dos poços artesianos através de servidões administrativas), o trabalho no campo não é remunerado - quando se perde uma produção o agricultor não recebe nada pelo seu trabalho, quer dizer, recebe apenas pelo seu produto quando a safra é boa -, e, o que é pior, os pequenos agricultores de Montenegro (produzem mel, queijo, etc) não são contextualizados na economia internacional. Hoje, mais do que em qualquer outra época, o pequeno agricultor vive na maior insegurança por falta de informações.
10. Junto ao empresariado de pequeno e médio porte o PSOL incentivou e participou, junto de outras instituições e pessoas, da criação da Associação Montenegrina de Micro e Pequenos Empresários (AMEP), promovendo a boa gestão de recursos financeiros e estoques.
11. Tem-se atuado junto aos empresários, de maneira generalizada, tentando mostrar a eles que suas empresas também são reféns da especulação promovida pelos banqueiros internacionais e que seus impostos são consumidos pela corrupção sem precedentes que acontece no País.
Diretório Municipal PSol
George Orwell sempre teve problemas com a questão do poder, era um anarquista. Além de escrever o seu famoso livro “1984”, que retrata uma sociedade dominada pelo totalitarismo de um “big brother” (grande irmão), também escreveu a “Revolução dos Bichos”, uma história fantástica cujos animais de uma fazenda tomam o poder: Napoleão (um porco) que se tornara o líder da revolução dos bichos, ao fim do livro, fuma charutos e anda sob as patas traseiras, tal como seus antigos algozes.
Esta história lembrou-me outra.
Infelizmente, a realidade política no Brasil é vexatória. Durante os processos eleitorais, acompanhados por muito dinheiro, os candidatos dos partidos hegemônicos no Brasil prometem fundos e mundos, bem maquiados e acompanhados por muitos assessores, criam uma imagem de mudança, de melhoria e de prosperidade. No entanto, a verdade é que os grandes partidos estão comprometidos até os ossos com a corrupção e os interesses privados de toda ordem.
Como é o caso do presidente Lula, que depois de ter sido eleito passou a se comportar exatamente como os seus antigos inimigos políticos, tornando-se o principal defensor dos setores econômicos mais predatórios de toda a história do país: o mercado financeiro, banqueiros, multinacionais e o agronegócio. Lula é hoje o maior defensor da monocultura desde o presidente Washington Luís da época da República Oligárquica (1894-1930).
Ao mesmo tempo, a carapaça assistencialista só perpetua a pobreza, e é a face mais perversa do oportunismo político de pessoas que traíram suas origens e hoje se comportam exatamente como aqueles que tanto criticaram. Do ponto de vista estrutural, o PT é mais responsável pela pobreza em nossa cidade, aqui em Montenegro, do que a própria prefeitura do PMDB, pois o PT teve a “faca e o queijo” para transformar profundamente essa situação, mas não o fez.
A sociedade Brasileira deve repudiar a corrupção, o oportunismo, e os governantes que, chegando ao poder, só administram mesmo, o status quo.
Rodrigo Dias
Dirigente do PSOL de Montenegro
quarta-feira, 31 de março de 2010
Praça Rui Barbosa

AUDITORIA NOS CONTRATOS DA PREFEITURA JÁ!
A praça é pública, não só como espaço de circulação, de convívio e de expressão das mais variadas manifestações sociais e culturais da cidade, mas também é pública a verba que está sendo gasta em sua reforma (se é que a DESTRUIÇÃO total da praça pode ser considerada uma reforma!). O PSOL realiza esse ato para exigir TRANSPARÊNCIA na aplicação dos recursos de todas as obras da cidade e, também, para denunciar a forma antidemocrática de lidar com o espaço que pode ser considerado o lugar público número um da cidade. O DESCASO com a praça demonstra como o prefeito trata de forma AUTORITÁRIA e NEBULOSA todas as obras públicas de Montenegro.
AUDITORIA JÁ !!
Eleições para diretores
Posição do PSOL de Montenegro (RS)
O atual secretário de educação tem espalhado aos quatro cantos que não teremos mais eleições para diretores nas escolas municipais. È fato que a Constituição Federal determina que a escolha dos diretores seja uma prerrogativa do prefeito, entretanto, na maioria das cidades, por uma questão de opção democrática, prefere-se a escolha dos diretores pela via das eleições. Portanto, as eleições não são inconstitucionais; são inconstitucionais as leis orgânicas que a estabelecem (Montenegro não tem essa lei). O que significa que fica a cargo do prefeito decidir como será a escolha de seus diretores. Prefeitos de bom senso, que preferem que a comunidade escolar seja autônoma e livre de ingerências partidárias, mantêm essa prática para o bem da cultura e da educação democrática brasileira.
No entanto, o secretário de educação destoa dessa cultura que foi construída à custa de muitas lutas pelos setores mais avançados da sociedade brasileira – o próprio partido do prefeito participou desse processo – e torna-se portador de um discurso retrógrado e autoritário, provavelmente para criar um clima de terror e coerção dentro das escolas municipais.
Não existe melhor espaço para uma pedagogia da democracia que a escola, é nela que todos os cidadãos tomam consciência das relações de poder existentes na sociedade. Como um professor pode ensinar valores democráticos se as estruturas das escolas não são democráticas?
É curioso que esse debate do fim das eleições para diretores não esteja acontecendo na maioria dos municípios brasileiros. Por sorte, o prefeito de veia democrática tem garantido as eleições e mantido os diretores legitimamente eleitos pelas comunidades escolares. O que acontece então? Será o prefeito ou o secretário um peixe fora d’água?
Juan Rocha Machado
Diretório Psol - Montenegro.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Panorama Político.
Volto a manifestar, deixando claro, os caminhos errantes da política econômica do governo federal, da ilegitimidade do governo do estado do Rio Grande do Sul e, redundantemente, do desastre político da aliança PMDB/PP na condução da Administração Pública Montenegrina.
O PT e o PMDB, principais manipuladores dos serviçais do PP, PDT e PTB, dentre outras siglas que se instalaram em Brasília, vão entregando o país aos mandos e desmandos do capital internacional que os financia. Financiamento este que sustenta a vertiginosa escalada social da cúpula petista que, com o dinheiro público, se torna assídua no jet set social, presenças freqüentes em coquetéis, banquetes nas altas rodas nacionais e internacionais, ambientes garantidos pela manutenção da miséria humana brasileira. O PAC, idealizado e financiado a partir de 2003 por organismos do capital internacional - apresentado no Brasil como obra de Dilma Roussef - realmente a mandaleche (estafeta) do projeto. Essas lideranças federais não conseguem se livrar dos grilhões que carregam sempre e sempre. Falta-lhes compostura e sobra-lhes o deslumbramento do consumismo desenfreado que praticam. Instituíram definitiva e irredutivelmente a miséria no Brasil com o bolsa família, em detrimento com o justo da previdência social aos aposentados e pensionistas e, muito além, e ausente dos noticiários da mídia cega e comprometida, a absoluta falta de consideração com os doentes brasileiros, num INSS sem filas, mas como uma Justiça Federal sem ter condições de julgar milhares de ações movidas por doentes para terem seus direitos - é de saber mais sobre isto com os advogados especialistas em previdência social. Exuberante trunfo eleitoreiro, porque muito próximo às eleições, milagrosamente, os direitos aparecem.
No nosso Rio Grande do Sul, temos uma Sílvio Santos de saias no governo. Aderei, Yeda Crusius, ao "quem quer dinheiro?", expressão famosa do apresentador de televisão. Retrógrada, de inteligência duvidosa, conseguiu com a sua campanha "déficit zero" o ápice da demagogia, cuja conseqüência está nos péssimos índices de desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul, com marcas desabonadoras nos setores da Educação, Saúde (hospitais não param de fechar e farmácias não param de abrir) e Habitação. Com a marca dos covardes não enfrenta o mérito das acusações que sofre por improbidade administrativa, com fatos revelando a corrupção promovida pela quadrilha que ela comanda desde o palácio Piratini. Não se pode ter compaixão com uma pessoa que encaminha o estado para o desastre total e nos estarrece ao usar dinheiro da campanha eleitoral para ampliar seu patrimônio pessoal. Basta este último fato para afirmar que Yeda Crusius não possui legitimidade para ser governadora. Maldosa, acena com reajuste salarial para o funcionalismo, sem, entretanto, verificar as condições de trabalho dessas pessoas, seus planos de carreira.
Em Montenegro, um lugar impossível de se discutir política, até porque nunca se discutiu política, ficando o debate das políticas públicas no âmbito dos interesses pessoais de um e de outro, ou de uma ou outra empresa. Não conheço todos os lugares do Mundo, mas dos que conheço é este o lugar onde próspera a ignorância efetiva do que é Democracia, República, especialmente esta última, cujo conceito se inicia por separar o público do privado. Tanto é que lotam seus quadros com CCs na Prefeitura, pessoas incompetentes que o governo não pode demitir, eis que comprometido eleitoralmente. Aliás, se competentes fossem não estariam trabalhando na Prefeitura, estariam na iniciativa privada ou nela ingressariam por concurso público, que é a maneira correta para se ingressar na vida pública profissionalmente. Em vista desta realidade está instalado o caos nos serviços públicos essenciais: Educação, Saúde, etc. Falta-lhes gerência, habilitação, capacitação e compromisso com o que fazem. A praça Ruy Barbosa é um dos exemplos, após um ano cercada de tapumes. Se elegeram pela ingenuidade do povo que acreditou nas "alamedas de Bruxelas", piscina no Bairro Senai, etc. É imperdoável que a mídia livre se omitiu... é de se imaginar se a mídia não fosse livre...
Ao anunciarem um espetacular incremento na arrecadação de tributos, mentiram ao povo que teríamos um município próspero e os problemas sociais poderiam ser solucionados. Elegeram-se na farsa eleitoreira e, um dia, a consciências destas pessoas os condenará... se é que estes governantes têm alguma.
Bem, estamos aí para apontar. Hoje, ficamos neste brevíssimo quadro.
Paraguaio, noite de domingo, em Montenegro, 08-10-2009

