sábado, 29 de maio de 2010

Pré candidato a Deputado Federal


Luiz Américo Alves Aldana (Paraguaio), nasceu a 13 de novembro de 1957, em São Gabriel, fronteira oeste do Estado do Rio Grande do Sul, filho primogênito de Narciso Aldana e de Terezinha Alves Aldana. Seu pai, Narciso Aldana, foi jogador de futebol profissional, funcionário e titular de Registros Públicos. A mãe, Terezinha Alves Aldana exerceu o magistério nas primeiras classes e em escola pública estadual e foi costureira. É de seus pais que herda a simplicidade e seu compromisso com as causas sociais, na inconformidade com a falta de realização, efetividade e eficácia dos Direitos Civis, fato que ocasiona as desigualdades imensas entre os nacionais, pessoas diferentes como indivíduos, mas iguais como seres humanos. Vê, como efeito do descumprimento pelo Estado dos Direitos Civis, a principal causa da pobreza e da violência urbana e rural.
Aos oito anos vendia frutas e como cantor, Paraguaio, o Luiz Américo Aldana, não permitiu que as eventuais dificuldades econômicas da infância o excluísse da intensa atividade política, de interesse público, sempre atuando na organização de instituições que promovessem a cidadania para todos, quer na organização de clubes de futebol, carnaval, grêmios literários e estundantis, promovendo o escotismo, valores humanos; que, da mesma forma, com ações decisivas e participativas no Juizado Especial Cível, em Conselhos Municipais (Educação, Habitação, Urbanismo), na Justiça Eleitoral, no corpo do Tribunal do Júri da Comarca de Montenegro, sempre espontânea e gratuitamente, jamais tendo recebido remuneração para essas atividades comunitárias.
Nessas e noutras inúmeras atividades beneméritas, Luiz Américo Aldana, não descuidou da sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Preencheu os requisitos de conduta ilibada—nunca foi processado—e de profissional do Direito—bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Civil, pós-graduado em Direito Registral e Notarial pela PUC Minas Gerais e Universidade de Coimbra de Portugal, doutorando em Direito Civil e doutorando em Ciências Sociais e Jurídicas pela UBA de Buenos Aires—para assumir como titular em substituição do Registro de Imóveis de Montenegro, ser membro do corpo docente da Escola Nacional de Registradores, do Comitê Latinoamericano de Consulta Registral, consultor jurídico do Instituto do Registro Imobiliário do Brasil, do colegiado de especialistas em Direito Imobiliário do Ministério das Relações Exteriores da Espanha em seus programas para a América Latina. Ainda é músico, técnico em química e motorista profissional.

PSOL Montenegro

Paraguaio / PSOL Montenegro


Juan Machado / PSOL Montenegro


Simone Becker / PSOL Montenegro


Paraguaio / PSOL Montenegro


Plenaria PSOL Montenegro


Valter Robalo / PSOL Montenegro


Hermes Alexius


Hermes Alexius


Hermes Alexius 50001 / PSOL Montenegro


PSOL Montenegro


Hermes Alexius 50001 / PSOL Montenegro


Paraguaio / PSOL Montenegro


Marliane Santos e Juan Machado / PSOL Montenegro


Paraguaio, Pedro Ruas e Simone Becker / PSOL Montenegro



Pedro Ruas e Juan Machado / PSOL Montenegro



Paraguaio PSOL Montenegro



Paraguaio e Hermes Alexius / PSOL Montenegro




Paraguaio

Simone Becker

Lia Cancian

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Ações concretas do PSOL do município de Montenegro.

O PSOL de Montenegro, genericamente, atua concreta e intransigentemente na defesa do Estado Democrático de Direito, exigindo moralidade, impessoalidade e eficiência nos serviços públicos prestados pela Administração Pública de Montenegro, promovendo a igualdade entre os cidadãos e o reconhecimento dessa igualdade do Poder Público em relação às pessoas, especialmente ao trabalhador que vive em estado de miséria na periferia da cidade.
Todas as suas ações buscam a realização e promoção da dignidade humana, num Município em que há décadas se privilegia o desenvolvimento econômico, mantendo péssimos índices sociais.

Especificamente,

1. O PSOL, em ação isolada e de forma inédita, conseguiu junto ao Estado do Rio Grande do Sul a regularização fundiária do terreno e do prédio onde funcionava a Escola Estadual de 1º Grau Dr. Jorge Guilherme Moojen, beneficiando 40 (quarenta) pessoas, operários pobres que haviam recorrido ao Poder Público sem sucesso (diziam-lhes que não havia solução), permanecendo por seis (06) meses sem fornecimento de energia elétrica.
A solução do PSOL é definitiva e única no Município, chamando para si a responsabilidade que é da Administração. O resultado é exemplar para as autoridades que deveriam fazer algo para solucionar a falta de serviços públicos àqueles cidadãos, dentre os quais crianças de tenra idade, uma doente de bronquite asmática necessitando de cuidados especiais.

2. Um assunto muito debatido na comunidade é a necessidade de uma Reforma Administrativa na Prefeitura Municipal de Montenegro, com o fito de atender melhor à população. Esta proposta de Reforma Administrativa foi defendida com exclusividade pelo PSOL quando das eleições de 2008. Entretanto, quando da elaboração do projeto de lei, os atuais administradores do Município (PMDB e PP), propuseram a criação de Cargos de Confiança (CCs) - cerca de 19 novos cargos -, sem necessidade alguma, pois a Administração Pública tem em seus quadros pessoal preparado para as novas tarefas (principalmente na Gestão Pública, Planejamento). O PSOL se manifestou com veemência na Audiência Pública promovida pela Câmara de Vereadores de Montenegro em conjunto com alguns presidentes de cinco (05) Associações de Bairros. A posição do PSOL se consubstancia nos erros da Reforma apontados pelo Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Montenegro. Acusamos que a Reforma Administrativa apresentada pelo governo municipal se caracteriza pela expropriação do serviço público e conseqüente patrimonilização.

3. O Bairro Senai, antiga Vila Esperança, ganhou ares de felicidade quando o PSOL resolveu incentivar a prática de futebol feminino, apoiando a equipe denominada "Meninas de Luta", demonstrando como se organizar, de como se preparar não unicamente para a prática do esporte, mas para a próprias vida, de como agir coletivamente, umas ajudando às outras. A atividade tem a colaboração de outras instituições que preferem o anonimato. A iniciativa acabou envolvendo mais de cinqüenta (50) pessoas, incluindo crianças que, desde já, têm lições de coletividade. No mesmo Bairro o PSOL tem incentivado a inclusão social de forma efetiva junto aos pais, alunos, funcionários e professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental Esperança
através da música e práticas de atividades artísticas, onde se atende cerca de cem (100) crianças.

4. O PSOL de Montenegro vem denunciando para a população a Secretaria Municipal de Educação e Cultura pela falta de planejamento, incluindo a inexistência de um Plano Municipal de Educação, deixando o Município à margem do Plano Nacional e o Plano de Desenvolvimento da Educação, não cumprindo a legislação federal quanto à matéria Educação, implantando a EJA sem a estrutura necessária, descumprindo uma série de normativas do Conselho Municipal de Educação. Até o momento não se alertou que tem que discutir com os professores o Plano de Carreira, em função do piso, por exemplo.

5. A falta do fornecimento de água potável em Montenegro, por proibição da Prefeitura, alegando invasão de áreas públicas (todas elas, as áreas verdes principalmente, sem a menor atenção e jamais utilizadas para praças e lugares públicos), tem tido no PSOL, e somente no PSOL, uma ação reivindicatória junto à Corsan. A Corsan tem atendido e respeitado, no que pode, a conduta do PSOL, sempre nos recebendo para dialogar. Caso concreto dos moradores da rua n° 01 do Loteamento Vitória, em que a companhia estadual tem tentado de todas as formas resolver o problema de cerca de dez (10) famílias.

6. A população da periferia, operários pobres e desempregados, vêm convidando o PSOL para debater a regularização fundiária em massa. Uma regularização fundiária que atinja a área urbana e rural do nosso Município. O PSOL no que pode encaminha soluções reais e que de fato estão beneficiando esses moradores. Ademais, o PSOL tem os remédios jurídicos para como se executar com precisão uma regularização fundiária em Montenegro.

7. O Ministério Público recebeu o requerimento do PSOL sobre a obra da praça Rui Barbosa, a partir da preocupação dos habitantes em que há/haveria eventuais irregularidades na sua execução e, na verdade, a Administração não tem oferecido transparência ao problema. Estamos preocupados em revelar a verdade para a população inquieta, inclusive sobre a existência ou não de projeto e seu responsável técnico, custos, prazos e organogramas ou fluxo da obra. O PSOL está apurando responsabilidades via MP.

8. O PSOL vem tentando apresentar à população que a recuperação do Hospital Montenegro é necessária e urgente, reunindo-se com os seus dirigentes, debatendo e discutindo soluções, dizendo que a saúde pública é da responsabilidade do Poder Público, embora que o Hospital Montenegro seja privado, em razão da sua história e necessidade para a região do Vale do Rio Caí tem que funcionar a pleno. Para esta recuperação toda a comunidade tem que se envolver, inclusive e principalmente a Administração Pública.

9. Em Montenegro, o partido sai em defesa da remuneração do trabalho e a educação digna no campo. Começando que aos trabalhadores rurais, minifundios em sua maioria, não há assistência e programas efetivos de desenvolvimento da atividade agrícola, normalmente familiar. As estradas estão em péssimas condições, não há rede trifásica para os avicultores (o fator de produção ou produtividade cai 30 ou 40% nos meses de verão, porque não há a rede, quando bastaria se utilizar do recurso dos poços artesianos através de servidões administrativas), o trabalho no campo não é remunerado - quando se perde uma produção o agricultor não recebe nada pelo seu trabalho, quer dizer, recebe apenas pelo seu produto quando a safra é boa -, e, o que é pior, os pequenos agricultores de Montenegro (produzem mel, queijo, etc) não são contextualizados na economia internacional. Hoje, mais do que em qualquer outra época, o pequeno agricultor vive na maior insegurança por falta de informações.

10. Junto ao empresariado de pequeno e médio porte o PSOL incentivou e participou, junto de outras instituições e pessoas, da criação da Associação Montenegrina de Micro e Pequenos Empresários (AMEP), promovendo a boa gestão de recursos financeiros e estoques.

11. Tem-se atuado junto aos empresários, de maneira generalizada, tentando mostrar a eles que suas empresas também são reféns da especulação promovida pelos banqueiros internacionais e que seus impostos são consumidos pela corrupção sem precedentes que acontece no País.

Diretório Municipal PSol
A Revolução dos Bichos

George Orwell sempre teve problemas com a questão do poder, era um anarquista. Além de escrever o seu famoso livro “1984”, que retrata uma sociedade dominada pelo totalitarismo de um “big brother” (grande irmão), também escreveu a “Revolução dos Bichos”, uma história fantástica cujos animais de uma fazenda tomam o poder: Napoleão (um porco) que se tornara o líder da revolução dos bichos, ao fim do livro, fuma charutos e anda sob as patas traseiras, tal como seus antigos algozes.
Esta história lembrou-me outra.
Infelizmente, a realidade política no Brasil é vexatória. Durante os processos eleitorais, acompanhados por muito dinheiro, os candidatos dos partidos hegemônicos no Brasil prometem fundos e mundos, bem maquiados e acompanhados por muitos assessores, criam uma imagem de mudança, de melhoria e de prosperidade. No entanto, a verdade é que os grandes partidos estão comprometidos até os ossos com a corrupção e os interesses privados de toda ordem.
Como é o caso do presidente Lula, que depois de ter sido eleito passou a se comportar exatamente como os seus antigos inimigos políticos, tornando-se o principal defensor dos setores econômicos mais predatórios de toda a história do país: o mercado financeiro, banqueiros, multinacionais e o agronegócio. Lula é hoje o maior defensor da monocultura desde o presidente Washington Luís da época da República Oligárquica (1894-1930).
Ao mesmo tempo, a carapaça assistencialista só perpetua a pobreza, e é a face mais perversa do oportunismo político de pessoas que traíram suas origens e hoje se comportam exatamente como aqueles que tanto criticaram. Do ponto de vista estrutural, o PT é mais responsável pela pobreza em nossa cidade, aqui em Montenegro, do que a própria prefeitura do PMDB, pois o PT teve a “faca e o queijo” para transformar profundamente essa situação, mas não o fez.

A sociedade Brasileira deve repudiar a corrupção, o oportunismo, e os governantes que, chegando ao poder, só administram mesmo, o status quo.

Rodrigo Dias
Dirigente do PSOL de Montenegro