
Pré-candidato
"Paraguaio" agora já se coloca à disposição do partido e da comunidade montenegrina como pré-candidato à Prefeitura nas eleições municipais do próximo ano. "Teremos candidatos a prefeito e vice, e para a Câmara de Vereadores", garante Luiz Américo, sobre os rumos do PSOL. "Estamos desenvolvendo um projeto a longo prazo. Queremos construir em Montenegro a social democracia brasileira", completa.
Para Aldana, Montenegro é um município pujante em razão do trabalho dos operários e da iniciativa privada. Entretanto, considera que o poder público não responde por suas responsabilidades. "Para garantir atendimento médico e remédios tem que se apelar para a Justiça", cita como exemplo. "A mesma judicialização ocorre para conseguir vaga nas escolas", afirma. Ele considera que a Administração Municipal também é ineficiente para a execução de obras, citando os exemplos da praça Rui Barbosa, escola Esperança e macrodrenagem do arroio Montenegro. Cita ainda os recursos que foram devolvidos por falta de documentação nos projetos e o reajuste dos servidores que acabou sendo suspenso. "Nunca se viu um projeto revogar uma lei", estranha, com sua experiência jurídica. "Não existe planejamento. A cidade é tratada como se fosse um prédio velho e decadente. Sem estratégia, fazem gambiarra que não se sustenta", avalia. "As promessas de campanha não foram compridas", critica.
"Falta transparência. A comunidade não sabe como fazem o orçamento e se ele de fato é executado", conclui.
Segundo "Paraguaio", o PSOL quer propor uma ampla discussão sobre os diversos temas relevantes da comunidade. "O PSOL é o único partido de oposição", considera, lembrando denúncias como das obras da Escola Esperança, que colocavam em risco os alunos e o prédio acabou sendo interditado pelo Ministério Público.
Sobre uma projeção para as eleições de 2012, além de ampliar a votação para a Prefeitura, Luiz Américo acredita que o PSOL poderá eleger pelo menos um vereador. E isso sem aumentar o número de cadeiras na Câmara. "O partido é aberto", finaliza, com relação a possibilidade de alianças com outras siglas. "Desde que tenha um programa de consenso", esclarece.
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