Volto a manifestar, deixando claro, os caminhos errantes da política econômica do governo federal, da ilegitimidade do governo do estado do Rio Grande do Sul e, redundantemente, do desastre político da aliança PMDB/PP na condução da Administração Pública Montenegrina.
O PT e o PMDB, principais manipuladores dos serviçais do PP, PDT e PTB, dentre outras siglas que se instalaram em Brasília, vão entregando o país aos mandos e desmandos do capital internacional que os financia. Financiamento este que sustenta a vertiginosa escalada social da cúpula petista que, com o dinheiro público, se torna assídua no jet set social, presenças freqüentes em coquetéis, banquetes nas altas rodas nacionais e internacionais, ambientes garantidos pela manutenção da miséria humana brasileira. O PAC, idealizado e financiado a partir de 2003 por organismos do capital internacional - apresentado no Brasil como obra de Dilma Roussef - realmente a mandaleche (estafeta) do projeto. Essas lideranças federais não conseguem se livrar dos grilhões que carregam sempre e sempre. Falta-lhes compostura e sobra-lhes o deslumbramento do consumismo desenfreado que praticam. Instituíram definitiva e irredutivelmente a miséria no Brasil com o bolsa família, em detrimento com o justo da previdência social aos aposentados e pensionistas e, muito além, e ausente dos noticiários da mídia cega e comprometida, a absoluta falta de consideração com os doentes brasileiros, num INSS sem filas, mas como uma Justiça Federal sem ter condições de julgar milhares de ações movidas por doentes para terem seus direitos - é de saber mais sobre isto com os advogados especialistas em previdência social. Exuberante trunfo eleitoreiro, porque muito próximo às eleições, milagrosamente, os direitos aparecem.
No nosso Rio Grande do Sul, temos uma Sílvio Santos de saias no governo. Aderei, Yeda Crusius, ao "quem quer dinheiro?", expressão famosa do apresentador de televisão. Retrógrada, de inteligência duvidosa, conseguiu com a sua campanha "déficit zero" o ápice da demagogia, cuja conseqüência está nos péssimos índices de desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul, com marcas desabonadoras nos setores da Educação, Saúde (hospitais não param de fechar e farmácias não param de abrir) e Habitação. Com a marca dos covardes não enfrenta o mérito das acusações que sofre por improbidade administrativa, com fatos revelando a corrupção promovida pela quadrilha que ela comanda desde o palácio Piratini. Não se pode ter compaixão com uma pessoa que encaminha o estado para o desastre total e nos estarrece ao usar dinheiro da campanha eleitoral para ampliar seu patrimônio pessoal. Basta este último fato para afirmar que Yeda Crusius não possui legitimidade para ser governadora. Maldosa, acena com reajuste salarial para o funcionalismo, sem, entretanto, verificar as condições de trabalho dessas pessoas, seus planos de carreira.
Em Montenegro, um lugar impossível de se discutir política, até porque nunca se discutiu política, ficando o debate das políticas públicas no âmbito dos interesses pessoais de um e de outro, ou de uma ou outra empresa. Não conheço todos os lugares do Mundo, mas dos que conheço é este o lugar onde próspera a ignorância efetiva do que é Democracia, República, especialmente esta última, cujo conceito se inicia por separar o público do privado. Tanto é que lotam seus quadros com CCs na Prefeitura, pessoas incompetentes que o governo não pode demitir, eis que comprometido eleitoralmente. Aliás, se competentes fossem não estariam trabalhando na Prefeitura, estariam na iniciativa privada ou nela ingressariam por concurso público, que é a maneira correta para se ingressar na vida pública profissionalmente. Em vista desta realidade está instalado o caos nos serviços públicos essenciais: Educação, Saúde, etc. Falta-lhes gerência, habilitação, capacitação e compromisso com o que fazem. A praça Ruy Barbosa é um dos exemplos, após um ano cercada de tapumes. Se elegeram pela ingenuidade do povo que acreditou nas "alamedas de Bruxelas", piscina no Bairro Senai, etc. É imperdoável que a mídia livre se omitiu... é de se imaginar se a mídia não fosse livre...
Ao anunciarem um espetacular incremento na arrecadação de tributos, mentiram ao povo que teríamos um município próspero e os problemas sociais poderiam ser solucionados. Elegeram-se na farsa eleitoreira e, um dia, a consciências destas pessoas os condenará... se é que estes governantes têm alguma.
Bem, estamos aí para apontar. Hoje, ficamos neste brevíssimo quadro.
Paraguaio, noite de domingo, em Montenegro, 08-10-2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Panorama Político.
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